Tempo... Ah! Tempo... Quanto enganas nossa mente! Tu me faz correr quando eu devería pensar, tu me cega quando eu deveria apreciar, Tu me engole quando eu devería te engolir. Tu que és nada, faz como fosses tudo, criando castelos de ilusões, que a maré da vida desfaz como se fosse de areia. Ah! Tempo... quando será que compreenderei que não existes, que és apenas referência física de minha existência material e irreal, pois para meu espírito, não és mais do que lembrança, que o pensamento alcança quando quiser. Ah! Tempo... como queria ter tempo para te apreciar.CYWMARA WADISQUY













